Pilar forte

“E aconteceu que, ao oitavo dia, vieram circuncidar o menino e lhe chamavam Zacarias, o nome de seu pai. E, respondendo sua mãe, disse: Não, porém será chamado João”, Lucas 1.59-60

Casamento/ Família

Ontem celebramos o Dia das Mães, uma data que desperta alegria, mas que também pode trazer à tona dores silenciosas. Assim como Isabel, esposa de Zacarias, muitas mulheres desejam exercer a maternidade, mas ainda não conseguiram. A sua história nos ensina que a ausência de um filho não diminui o valor de uma mulher diante de Deus. Pelo contrário, revela virtudes profundas de fé, oração e temor ao Senhor, que merecem ser conhecidas e refletidas.

Por mais fiel a Deus que uma pessoa possa ser, isso não a impede de enfrentar desafios. E nós, como servas de Cristo, não podemos criticar o próximo por não ter alcançado determinado objetivo. Cada uma de nós devemos olhar para si e ver que também já tivemos metas que ainda não foram alcançadas e isso não faz de nós seres inferiores a quem quer que seja.

O temor a Deus deve estar acima de qualquer circunstância e uma forma de demonstrá-lo é reconhecer o marido como o cabeça da casa e líder do lar. Outro detalhe que nos chama a atenção em Isabel é o de que durante o período de gestação, Zacarias por força divina ficou impossibilitado de falar. E quando questionada acerca do nome de seu filho, mesmo apesar de ninguém de sua parentela ter o nome de João, ela reafirmava a escolha de seu cônjuge.

Isabel podia até não ter entendido ao longo de sua juventude o motivo de não ter conseguido engravidar, mas observamos que tudo aconteceu no tempo certo em sua vida. Ela permaneceu temente a Deus e o seu filho foi o responsável pela conversão e batismo de muitos. Levando o próprio Senhor Jesus às águas. Que a história de Isabel nos faça refletir acerca de como temos nos conduzido em períodos de adversidade e nos faça zelar pela fidelidade a Deus em qualquer circunstância.


Daniele Duarte

MqV - Sergipe